domingo, 24 de abril de 2011
Algumas imagens de Clodoaldo Silva Representando o Brasil


CLODOALDO SILVA
Clodoaldo Francisco da Silva Correa é um Dos maiores destaques da nataçao paraolimpica brasileira.Nascido no dia 1 de Fevereiro de 1979 em Natal capital Potiguar é Portador de Paralisia Cerebral gerada devido a falta de Oxigenaçao no sangue,comprometendo assim a mobilidade das suas penas e de sua coordenaçao Motora
Clodoaldo conheceu a natação como processo de reabilitação no ano de 1996, em Natal. Quatro anos depois, já conquistava suas primeiras medalhas em jogos paraolimpicos (três de prata e uma de bronze). Nas quatro Paraolimpíadas que disputou, Clodoaldo acumula treze medalhas, sendo seis de ouro.
Em duas participações em Jogos parapan-Americanos, conquistou cinco medalhas em 2003 e oito em 2007. Nos três Campeonatos mundiais que disputou, totaliza nove medalhas.
Entre as diversas homenagens que recebeu estão o título de embaixador do Pan e do Parapan-americano de 2007, concedido pela Federaçao das Industrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) e escolha pela Soberana Ordem do Mérito do Empreendedor Juscelino Kubitschek como personalidade esportiva de 2006.
NATAÇAO PRAOLÍMPICA
A natação está presente no programa oficial de competições desde a primeira Paraolimpíada, em Roma (1960). Homens e mulheres sempre estiveram nas piscinas em busca de medalhas. O Brasil começou a brilhar em Stoke Mandeville (1984), quando conquistou um ouro, cinco pratas e um bronze. Nos Jogos Paraolímpicos de Seul (1988) e nos de Atlanta (1996), os atletas trouxeram um ouro, uma prata e sete bronzes. Em Barcelona (1992), a natação ganhou três bronzes. Os Jogos de Sydney foram marcados pelo excelente desempenho da natação, que trouxe um ouro, seis pratas e quatro bronzes para o Brasil. Em Atenas, foram sete medalhas de ouro, três de prata e uma de bronze. No Parapan do Rio de Janeiro (2007) o Brasil ficou em segundo lugar geral da modalidade, perdendo para o Canadá, mas ficando na frente dos Estados Unidos. Foram 39 medalhas de ouro, 30 de prata e 29 de bronze.
Na natação, competem atletas com diversos tipos de deficiência (física e visual) em provas como dos 50m aos 400m no estilo livre, dos 50m aos 100m nos estilos peito, costas e borboleta. O medley é disputado em provas de 150m e 200m. As provas são divididas na categoria masculino e feminino, seguindo as regras do IPC Swimming, órgão responsável pela natação no Comitê Paraolímpico Internacional.
A natação está presente no programa oficial de competições desde a primeira Paraolimpíada, em Roma (1960). Homens e mulheres sempre estiveram nas piscinas em busca de medalhas. O Brasil começou a brilhar em Stoke Mandeville (1984), quando conquistou um ouro, cinco pratas e um bronze. Nos Jogos Paraolímpicos de Seul (1988) e nos de Atlanta (1996), os atletas trouxeram um ouro, uma prata e sete bronzes. Em Barcelona (1992), a natação ganhou três bronzes. Os Jogos de Sydney foram marcados pelo excelente desempenho da natação, que trouxe um ouro, seis pratas e quatro bronzes para o Brasil. Em Atenas, foram sete medalhas de ouro, três de prata e uma de bronze. No Parapan do Rio de Janeiro (2007) o Brasil ficou em segundo lugar geral da modalidade, perdendo para o Canadá, mas ficando na frente dos Estados Unidos. Foram 39 medalhas de ouro, 30 de prata e 29 de bronze.
Na natação, competem atletas com diversos tipos de deficiência (física e visual) em provas como dos 50m aos 400m no estilo livre, dos 50m aos 100m nos estilos peito, costas e borboleta. O medley é disputado em provas de 150m e 200m. As provas são divididas na categoria masculino e feminino, seguindo as regras do IPC Swimming, órgão responsável pela natação no Comitê Paraolímpico Internacional.
As adaptações são feitas nas largadas, viradas e chegadas. Os nadadores cegos recebem um aviso do tapper, por meio de um bastão com ponta de espuma quando estão se aproximando das bordas. A largada também pode ser feita na água, no caso de atletas de classes mais baixas, que não conseguem sair do bloco. As baterias são separadas de acordo com o grau e o tipo de deficiência. No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro.
Classificação
O atleta é submetido à equipe de classificação, que procederá a análise de resíduos musculares por meio de testes de força muscular; mobilidade articular e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor o número da classe. As classes sempre começam com a letra S (swimming) e o atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).
- S1 a S10 / SB1 a SB9 / SM1 a SM10 – nadadores com limitações físico-motoras.
- S11, SB11, SM11 S12, SB12, SM12 S13, SB13, SM13 – nadadores com deficiência visual (a classificação neste caso é a mesma do judô e futebol de cinco).
- S14, SB14, SM14 – nadadores com deficiência mental.
Remo ADAPTÁVEL
REMO ADAPTAVEL
Nos anos 80, a Superintendência de Desportos do Rio de Janeiro (SUDERJ) iniciou um programa da reabilitação com o remo, que foi batizado de “Remo Adaptado”. Pessoas com deficiência física (lesão medular, pólio e paralisia cerebral), mental e mais tarde deficientes auditivos se beneficiaram do programa. Além da reabilitação e lazer, o objetivo era melhorar a qualidade de vida, por meio da inserção social e dos benefícios à saúde, ambos oriundos da prática esportiva.
Em 2001, a Federação Internacional de Remo (FISA) solicitou, formalmente, ao Comitê Paraolímpico Internacional (CPI), a inclusão do remo nos Jogos Paraolímpicos de 2008. Antes porém era preciso realizar dois campeonatos mundiais de remo adaptável, até 2005, e conseguir a participação de 24 nações em eventos adaptáveis no campeonato mundial de 2004. No Campeonato Mundial de Remo de 2002, sete tripulações de diferentes nações competiram. Ainda em 2002 foi assinado o Protocolo de Remo Adaptável de Sevilha, onde a FISA e 36 de suas filiadas (Federações Nacionais, inclusive o Brasil) se comprometeram a desenvolver oportunidades para atletas com deficiência poderem remar e a inscrever tripulações formadas por atletas com deficiência no Mundial de 2004. Pelo menos mais seis Federações Nacionais assinaram o Protocolo, desde aquela data. Com este novo panorama mundial, em julho de 2005 a CBR reativou seu Departamento de Remo Adaptável. O Brasil será representado em Pequim por nove atletas.
São quatro categorias de competição: Single Skiff Masculino, Single Skiff Feminino, Doublé Skiff Misto Quatro Com Misto. Cada uma delas pode ser composta por atletas com diferentes tipos de deficiências que são classificados de acordo com a capacidade funcional empregada:
A – Grupamento funcional utilizado: braço.
TA – Grupamento funcional utilizado: tronco e braço.
LTA - Grupamento funcional utilizado: perna, tronco e braço.
Nos anos 80, a Superintendência de Desportos do Rio de Janeiro (SUDERJ) iniciou um programa da reabilitação com o remo, que foi batizado de “Remo Adaptado”. Pessoas com deficiência física (lesão medular, pólio e paralisia cerebral), mental e mais tarde deficientes auditivos se beneficiaram do programa. Além da reabilitação e lazer, o objetivo era melhorar a qualidade de vida, por meio da inserção social e dos benefícios à saúde, ambos oriundos da prática esportiva.
Em 2001, a Federação Internacional de Remo (FISA) solicitou, formalmente, ao Comitê Paraolímpico Internacional (CPI), a inclusão do remo nos Jogos Paraolímpicos de 2008. Antes porém era preciso realizar dois campeonatos mundiais de remo adaptável, até 2005, e conseguir a participação de 24 nações em eventos adaptáveis no campeonato mundial de 2004. No Campeonato Mundial de Remo de 2002, sete tripulações de diferentes nações competiram. Ainda em 2002 foi assinado o Protocolo de Remo Adaptável de Sevilha, onde a FISA e 36 de suas filiadas (Federações Nacionais, inclusive o Brasil) se comprometeram a desenvolver oportunidades para atletas com deficiência poderem remar e a inscrever tripulações formadas por atletas com deficiência no Mundial de 2004. Pelo menos mais seis Federações Nacionais assinaram o Protocolo, desde aquela data. Com este novo panorama mundial, em julho de 2005 a CBR reativou seu Departamento de Remo Adaptável. O Brasil será representado em Pequim por nove atletas.
O Remo é o caçula das modalidades do quadro de esportes paraolímpicos. Ele entrou no programa em 2005 e os Jogos Paraolímpicos de Pequim vai ser a estréia em uma paraolimpíada. O termo "adaptado" quer dizer que o equipamento é modificado para a prática do esporte e não propriamente "adaptado" a cada atleta. A Federação Internacional de Remo (FISA) é o órgão máximo do Remo mundial. As corridas são realizadas num percurso de 1000 metros para todas as quatro classes. No Brasil, a modalidade é organizada pela Confederação Brasileira de Remo (CBR)
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ClassificaçãoSão quatro categorias de competição: Single Skiff Masculino, Single Skiff Feminino, Doublé Skiff Misto Quatro Com Misto. Cada uma delas pode ser composta por atletas com diferentes tipos de deficiências que são classificados de acordo com a capacidade funcional empregada:
A – Grupamento funcional utilizado: braço.
TA – Grupamento funcional utilizado: tronco e braço.
LTA - Grupamento funcional utilizado: perna, tronco e braço.
sábado, 23 de abril de 2011
Prova de Superação
Esporte: Prova de Superação para os Deficientes Físicos
junho 16, 2008 às 7:11 pm (Uncategorized)
Antes não era comum ouvir nem ver nos diversos esportes brasileiros deficientes fisicos praticando ou se existia era algo muito restrito. Atualmente isto mudou, o esporte entre essas pessoass especiais transformou-se em algo rotineiro e sinônimo de superação.Em 1958 paraplégicos e tetraplégicos criaram clubes em São Paulo e no Rio de Janeiro com o desejo da dar continuidade ao que começaram nos hospitais americanos, onde o tratamento para as limitacoes era o esporte. Os esportes mais praticados pelos deficientes fisicos são, basquete em cadeira de rodas e natação.
Muitas vezes o deficiente fsico se reprime pelo preconceito que a sociedade adquire perante essas pessoas e acabam prejudicando na formação desses portadores de necessidades especiais como conta Cristina Santos de 36 anos mãe de Lucas Santos de 9 anos paraplégico.” Sempre quis mostrar para meu filho que ele era diferente, ou seja, tinha limitações mais isso não fazia com que fosse pior que os outros.A sociedade é muito precoceituosa acha que eles são incapazes mas, a vontade de viver deles supera todos obstáculos”, conta Cristina emocionada.
As limitações presentes nos portadores de deficiência sejam fisicas ou mentais são superadas através do esporte, pelo fato desses jovens encontrarem nesse mundo de entretenimento e superações uma reintegração a sociedade.
“Além dos beneficios que a atividade fisica proporciona o restabelecimento da auto-estima e a perda da depressão são pontos que consequentemente vão deseparecer pois, essas pessoas estão convivendo com outras das mesmas limitacões e estes juntos vão aprendendo uns com os outros a driblar as dificuldades. O esporte pode transformar vidas.” Afirma a Psicóloga Ida Valois.
O esporte tranformaou-se também em uma forma dos jovens deficientes entrarem no mercado de trabalho porque, apesar de terem oportunidade de ingressar e mostrar as capacidades existentes acabam com as afirmações que permanecem na sociedade de que essas pessoas são incapacitadas para realizar algum tipo de trabalho ou esporte. De acordo com a Lei nº 10.098, de 2000, e o Decreto nº 3.298, de 1999, toda empresa com mais de cem funcionários é obrigada por lei a reservar parte das suas vagas para PCDs (Espaço para Profissionais com Deficiência).
Miguel Nunes, 29 anos é paraplégico trabalha como telemarketing e pratica natação ele conta, ter sido vitima de preconceitos várias vezes e lutou para conseguir esse emprego. “Batalhei muito para estar onde estou. Muitas pessoas pensaram que eu não era capaz mas, provei para todos, principalmente para mim memso superando as limitações que durante anos me deixaram sem motivação e vontade de viver.” Relata Miguel.
De acordo com dados do último Censo (2000), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, existem no Brasil 24,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que equivale a 14,5% da população. Destes, estima-se que dois milhões estejam na Bahia e quase 600 mil só em Salvador.
Esses números acima tendem a aumentar, pois a cada mês cerca de 10 mil pessoas adquirem algum tipo de deficiência, provocadas basicamente por acidentes com armas de fogo e seqüelas de acidente envolvendo automóveis, e destes 10 mil, 20% são da classe A, isto em todo o Brasil.
Apesar da deficiência, essas pessoas não trazem a tristeza por sua condição mais sim a garra e a determinação de vencer pois, quando estão praticando esportes os deficientes fisicos dizem apenas uma coisa que serão campeões.
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